Hoy se que lo que le pasa a la Tierra le pasa también a los hijos de la Tierra. Quiero mantener un fluir con las ideas y pensamientos y asi poder percibir y ser mas consciente. La unidad de ideas va siendo cada vez más real.
Interests
Gosto de cozinhar,gosto de fazer yoga e meditar. Gosto viajar e conhecer culturas de outros paises,de leer quando caminho pelos bosques em comuniao com a natureza.
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Os sonidos naturais,o mar ,o ar,os pasaros. New age,muzica para meditaçao
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Aquelas que me fazem sentir o ermoso que é viver. Gandhi,Budha, etc.....
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Nao vejo muita televisao
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Medicina natural Filosofia vedanta Crecimento pessoal Yoga Esoterismo
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Nos habitamos aqui para perceber a essencia da existencia
Algum dia, quando tivermos dominado os ventos, as ondas, as marés e a gravidade, utilizaremos as energias do amor. Então, pela segunda vez na história do mundo, o homem descobrirá o fogo. Teillard Chardin
HINO À MATÉRIA - Teilhard de Chardin
Bendita sejas tu, áspera matéria, terra estéril, dura rocha, que cedes apenas à violência e nos forças a trabalhar se quisermos comer.
Bendita sejas, poderosa matéria, evolução irresistível, realidade sempre nascendo, que a cada momento fazes em estilhaços nossos limites e nos obrigas a procurar cada vez mais profundamente a verdade.
Bendita sejas, matéria universal, éter sem fronteiras, triplo abismo das estrelas, dos átomos e das gerações. Tu, que dissolvendo e transbordando nossas estreitas medidas, nos revelas as dimensões de Deus.
Bendita sejas, impenetrável matéria. tu que és tensão entre nossas almas e o mundo das essências e nos fazes definhar com o desejo de romper o véu dos fenômenos.
Bendita sejas, matéria imortal, Tu, que, desagregando-te um dia em nós, nos induzirá, forçosamente, no íntimo daquilo que é.
Sem ti, matéria, sem teus combates, sem teus dilaceramentos, viveríamos inertes, estagnados, pueris, ignorantes de nós mesmos e de Deus.
Tu que feres e que curas, tu que resistes e que cedes, que aprisionas e libertas, tu que desmoronas e constróis, seiva de nossas almas, mãe de Deus, carne do Cristo, matéria, eu te bendigo.
Eu te bendigo e te saúdo, não como te descrevem, diminuída e transfigurada, os pontífices da ciência e os pregadores da virtude. Um amontoado - dizem eles - de forças brutais ou de apetites baixos, mas como me apareces hoje, na totalidade da tua verdade.
Eu te saúdo, inesgotável capacidade de ser e de transformação, onde germina e cresce a substância escolhida.
Eu te saúdo, universal poder de aproximação e de união, por onde se comunicam a multidão das moléculas e a quem todas convergem, em marcha para o espírito.
Eu te saúdo, matriz harmoniosa das almas, límpido cristal, do qual será tirada a Nova Jerusalém.
Eu te saúdo, meio divino, carregado de poder criador, oceano agitado pelo espírito, argila modelada e animada pelo Verbo encarnado.
Crendo obedecer ao teu irresistível apelo, os homens se precipitam muitas vezes, por teu amor, no abismo externo dos prazeres egoístas. Um reflexo os engana, ou, então, um eco.
Mas, agora eu vejo. Para te atingir, matéria, é preciso que, partindo de um contato universal, com tudo o que se move, sintamos, pouco a pouco, esvair-se entre nossos dedos, as formas particulares de tudo que seguramos, até que retenhamos, apenas, a única essência de todas as consistências e de todas as uniões.
Se quisermos te possuir, temos que te sublimar na dor, após termos, voluptuosamente, apertado os braços.
Tu reinas, matéria, nas serenas alturas, onde imaginam evitar-te os santos. Carne tão transparente e móvel que não te distinguimos mais de um espírito.
Leva-me para o alto, matéria, pelo esforço, a separação e a morte. Leva-me para onde for possível, enfim, abraçar castamente o universo.
(Extraído de As Mais Belas Orações de Todos os Tempos, de Rose Marie Muraro e Frei Raimundo Silva)
Book VII The Book of Yoga Canto IV The Triple Soul-Forces Page 503
Here from a low and prone and listless ground The passion of the first ascent began; A moon-bright face in a sombre cloud of hair, A Woman sat in a pale lustrous robe. A rugged and ragged soil was her bare seat, Beneath her feet a sharp and wounding stone. A divine pity on the peaks of the world, A spirit touched by the grief of all that lives, She looked out far and saw from inner mind This questionable world of outward things, Of false appearances and plausible shapes, This dubious cosmos stretched in the ignorant Void, The pangs of earth, the toil and speed of the stars And the difficult birth and dolorous end of life. Accepting the universe as her body of woe, The Mother of the seven sorrows bore The seven stabs that pierced her bleeding heart: The beauty of sadness lingered on her face, Her eyes were dim with the ancient stain of tears. Her heart was riven with the world's agony And burdened with the sorrow and struggle in Time, An anguished music trailed in her rapt voice. Absorbed in a deep compassion's ecstasy, Lifting the mild ray of her patient gaze, In soft sweet training words slowly she spoke: "O Savitri, I am thy secret soul. To share the suffering of the world I came, I draw my children's pangs into my breast. I am the nurse of the dolour beneath the stars; I am the soul of all who wailing writhe Under the ruthless harrow of the Gods.
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